Comecei por ser feliz!
Depois quis ser bailarina, violinista, cantora, magra! Saxofonista, feminista, escritora, independente e até amada…
Foi assim que começou o pesadelo da minha vida com o “ eu quero ser…” porque no fundo eu já fui tudo isto mas não consegui perceber o tempo certo que há para cada coisa e quando realmente “era” a minha vontade de ser outra coisa de não conseguir “dominar o meu estado de ansiedade” de alcançar algo mais, de ir mais longe fez-me deixar escapar tudo por entre os dedos.
E agora a tormenta continua, já não quero ser nada, espero que a vida me traga e diga o que vou ser e em que altura, contudo, são constantemente invadida por um turbilhão de “ses” que me impedem de gozar os momentos. E agora só me resta encontrar algo ou alguém que me mostre “a cura do meu vicio de insistir nestas saudades que eu sinto de tudo aquilo que eu ainda não vi!”
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