
Eles não podem viver sem nós, nem nós sem eles. A realidade é que quando uma mulher se faz de difícil eles lutam, quando um homem se faz de difícil a maioria das mulheres desiste. E porquê? Somos sensíveis, temos receio de nos magoar, temos receio de os magoar… No fundo há um jogo de emoções que receamos e enquanto eles a maior parte das vezes pensam somente em si próprios e no seu próprio bem.
São egoístas? Talvez… A realidade é que na maioria das vezes conseguem manter uma atitude neutra perante a relação, quando se cansam não mandam mensagens quando lhe apetece mandam flores. Eu invejo esta atitude, sinceramente, invejo. Passamos grande parte do nosso tempo a pensar neles. Mesmo que seja só a figura “homem” ou especificamente um homem. Mando mensagem ou não? Convido-o para sair ou não? Digo-lhe que gosto dele ou não? Depois há sempre o cliché do “não vou convidar, ele tem de dar o primeiro passo”… Pois e ele até dá na maioria das vezes mas depois “não somos bem o que eles procuravam” ou então “fazem-se” à força toda e esperam para que nos rendamos aos seus encantos. No fim é só dar a tanga do “tu não eras bem quem eu estava à espera” e pronto partem para outra, enquanto nós, mesmo sem o querer, estamos envolvidas. Nós envolvemo-nos sempre mais do que queríamos, cometemos sempre os mesmos erros e só quando aparece o homem perfeito (se é que ele existe) é que encontramos a estabilidade emocional que sempre procuramos.
E se não o encontrarmos?