Passamos a vida em encontros e desencontros! Passam pela nossa vida uma multiplicidade de pessoas com as mais diversas historia de vida, com as quais mantemos diferentes tipos de relações, mas que na sua grande maioria nem sentimos qualquer tipo de identificação.
Mas no fundo nada disto faz sentido, se virmos bem a essência humana é a mesma. A verdade é que cada um de nos tem a sua utopia, sim, ela difere de pessoa para pessoa, mas n deixa de ser A UTOPIA, o motivo comum que nos move, a força que faz girar o mundo.
E se é comum, e se nos move a todos porque não nos une???
Para tentar encontrar uma resposta para esta questão comecei a fazer uma introspecção da minha vida, das pessoas com quem me relacionei, do que as unia e o que as tornava tão diferentes. Foi então que me lembrei de um “amigo” que um dia, e talvez por aparentemente termos muito pouco em comum para além de uma atracção avassaladora, me “abriu os olhos” para uma vertente musical que me era completamente desconhecida e com a qual eu tinha um estigma enorme. Facto foi que quando deixei todos os preconceitos de lado e prestei atenção me senti imensamente identificada.
Nunca mais tive contacto com ele, pois, como se costuma dizer a experiencia foi “curta e grossa” e por isso nem tive tempo de lhe agradecer de ele me ter feito ver uma das maiores da vida: “ os sentimentos são os mesmos, só usamos formas diferentes de os expressar”.
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