segunda-feira, 20 de abril de 2009


Eles não podem viver sem nós, nem nós sem eles. A realidade é que quando uma mulher se faz de difícil eles lutam, quando um homem se faz de difícil a maioria das mulheres desiste. E porquê? Somos sensíveis, temos receio de nos magoar, temos receio de os magoar… No fundo há um jogo de emoções que receamos e enquanto eles a maior parte das vezes pensam somente em si próprios e no seu próprio bem.
São egoístas? Talvez… A realidade é que na maioria das vezes conseguem manter uma atitude neutra perante a relação, quando se cansam não mandam mensagens quando lhe apetece mandam flores. Eu invejo esta atitude, sinceramente, invejo. Passamos grande parte do nosso tempo a pensar neles. Mesmo que seja só a figura “homem” ou especificamente um homem. Mando mensagem ou não? Convido-o para sair ou não? Digo-lhe que gosto dele ou não? Depois há sempre o cliché do “não vou convidar, ele tem de dar o primeiro passo”… Pois e ele até dá na maioria das vezes mas depois “não somos bem o que eles procuravam” ou então “fazem-se” à força toda e esperam para que nos rendamos aos seus encantos. No fim é só dar a tanga do “tu não eras bem quem eu estava à espera” e pronto partem para outra, enquanto nós, mesmo sem o querer, estamos envolvidas. Nós envolvemo-nos sempre mais do que queríamos, cometemos sempre os mesmos erros e só quando aparece o homem perfeito (se é que ele existe) é que encontramos a estabilidade emocional que sempre procuramos.
E se não o encontrarmos?

1 comentário:

  1. Sinceramente acho que tens toda a razão... Por algum motivo que eu ainda nao sei bem qual é, as mulheres envolvem-se sempre mais... Às vezes até parece que gostamos de sofrer, até parece que algo nos diz que não vai dar certo, mas nós seguimos em frente, mesmo já estando à espera de ouvir "tu não eras bem o que eu estava à espera"! Talvez seja a nossa busca incessante pelo homem perfeito que nos leva a pensar que ele é sempre aqele qe está mais perto, que parece dar-nos mais atenção, quando por vezes ele pode passar despercebido... Ou então talvez a nossa busca incessante pelo homem perfeito nunca resulte, porque ele simplesmente faz parte da nossa utopia...


    Beijinhos minhas quatro qeridas :)!

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